Um funcionário de uma operadora de telefonia foi condenado por estelionato após manipular dados de clientes para realizar contratações indevidas e emitir cobranças falsas, com os crimes ocorrendo entre 2018 e 2020.
A Justiça identificou que o réu alterava informações cadastrais e gerava boletos fraudulentos, levando a várias vítimas a denunciarem o caso à polícia após perceberem a fraude.
Condenado a dois anos e seis meses de reclusão, a pena foi convertida em serviços comunitários, e ele deverá indenizar as vítimas em R$ 143.264,10, totalizando o valor subtraído.
De acordo com a Justiça alagoana, os golpes ocorreram entre 2018 e 2020. A denúncia aponta que o funcionário da operadora realizava contratações indevidas em nome de clientes, além de gerar e enviar cobranças falsas.
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Também consta no processo que ele fazia uso de sua posição para alterar os dados cadastrais de consumidores, inserindo endereços de e-mail não relacionados aos clientes, conseguindo assim realizar a contratação clandestina de serviços e planos.
O homem ainda teria emitido boletos aparentemente vinculados aos serviços legitimamente contratados, mas que na verdade se tratavam de documentos de cobrança relacionados a contas bancárias de sua própria administração.
O golpe foi descoberto após parte das vítimas percebeu a fraude e acionar a polícia. Após a prisão dele, outras vítimas também compareceram à delegacia relatando terem sido lesadas da mesma forma.
CONDENAÇÃO
Segundo a Justiça, o funcionário da operadora foi considerado culpado por estelionato contra 7 vítimas, e a sentença condenou el a indenizá-las em um total de R$ 143.264,10, valor referente ao que foi subtraído pelos golpes.
Na decisão, o juiz Carlos Henrique Pita Duarte também definiu a pena em dois anos e seis meses de reclusão, convertida em prestação de serviços à comunidade.
A reportagem não conseguiu contato com a operadora citada na matéria, e o espaço segue aberto para posicionamento.
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