O júri popular do ex-policial militar Marcos Maurício Francisco dos Santos, acusado de envolvimento na morte do empresário Kleber Malaquias em julho de 2020, ocorrerá nesta segunda-feira em Maceió, com início às 8h sob a condução do juiz José Eduardo Nobre Carlos.
Kleber foi assassinado a tiros enquanto estava em um bar, e o ex-policial é acusado de monitorar a vítima e fornecer informações aos executores, sendo que ele já havia sido alvo de ameaças por suas denúncias contra autoridades.
A polícia identificou o réu e outros envolvidos por meio da quebra de sigilos telefônicos, e Marcos Maurício, que nega a participação no crime, foi pronunciado em outubro de 2023 e enfrentará julgamento por homicídio duplamente qualificado.
Acontece nesta segunda-feira (20) o júri popular do ex-policial militar Marcos Maurício Francisco dos Santos, acusado de envolvimento na morte do empresário Kleber Malaquias, ocorrida em julho de 2020, na Mata do Rolo, em Rio Largo. A sessão terá início às 8h e será conduzida pelo juiz José Eduardo Nobre Carlos, da 8ª Vara Criminal de Maceió, no Fórum da Capital, no Barro Duro.
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A vítima foi assassinada a tiros quando estava em um bar. De acordo com a denúncia, o ex-policial ficou encarregado de monitorar o empresário no dia do crime, passando informações aos executores.
Consta nos autos ainda que Kleber Malaquias era alvo de ameaças devido às denúncias que fazia contra políticos e autoridades.
A polícia chegou ao réu e a outros envolvidos por meio da quebra de sigilos telefônicos. Em interrogatório, Marcos Maurício negou participação na morte do empresário.
O réu foi pronunciado em outubro de 2023 e será julgado por homicídio duplamente qualificado.
Quatro réus já foram condenados
Os réus Fredson José dos Santos, Marcelo José Souza da Silva, Edinaldo Estevão de Lima e José Mário de Lima Silva, acusados do assassinato do ativista político Kleber Malaquias, foram condenados pelo Tribunal do Júri após dois dias de julgamento em Maceió. A decisão saiu no fim da noite do dia 18 de fevereiro de 2025.
O júri ouviu nove testemunhas, entre elas a mãe do ativista político e o delegado Lucimério Campos, que estava como investigador do caso antes de ser afastado. O secretário executivo de Gestão Interna da Segurança Pública, delegado José Carlos André dos Santos, também prestou depoimento.
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