Alagoas

Modelo alagoana recebe assistência psicológica, mas decide ficar em casa, com a família

Redação TNH1 | 05/11/20 - 15h31 - Atualizado em 05/11/20 - 15h58
Reprodução / Redes Sociais

Após receber alta médica no Rio de Janeiro e voltar para Alagoas, a modelo Eloísa Fontes passou por triagem e assistência psicológica, mas optou por passar um período em casa com a família. A informação é da assessoria da Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev). 

Segundo a Seprev, Eloísa foi atendida pela equipe de triagem com psicólogos e assistentes sociais, passou por consulta com psiquiatra, fez todo o processo, mas por fim preferiu passar um período com a família e não ir para uma comunidade acolhedora.

"Como nosso acolhimento é voluntário, cabe a pessoa querer ir ou não. Neste momento ela preferiu ficar com a família. Mas está bem e seguimos acompanhando ela e dando suporte no que for necessário. Se ela um dia quiser ir pra comunidade e ainda for perfil para isso, ela passará até seis meses em uma comunidade credenciada à Seprev. Na comunidade ela tem todo o suporte com os técnicos da própria comunidade", explicou a assessoria da Seprev.

A secretaria tem três centros de acolhimento em Alagoas, sendo um em Maceió, outro em Arapiraca e Santana do Ipanema, onde ela passou pela triagem. Já as comunidades que acolhem pessoas em tratamento para dependência química estão espalhadas em 35 postos do estado. 

Entenda o caso

Natural de Piranhas, Sertão de Alagoas, Eloísa Fontes retornou para o estado na semana passada, logo após receber alta médica do Instituto Municipal Phillipe Pinel, no Rio de Janeiro. A modelo alagoana está em processo de reabilitação depois de ter problemas com diganóstico de bipolaridade, aliado ao uso de entorpecentes.

Eloísa, que ganhou destaque no mundo da moda e se tornou modelo internacional, teve casos de desaparecimento em Nova Iorque e, um ano depois, no Rio de Janeiro. Ela chegou a ser resgatada em estado de desorientação e situação de rua por assistentes sociais cariocas no Morro do Cantagalo, na zona sul do Rio de Janeiro. Desde então ela estava internada para tratamento.