A Polícia Federal deflagrou a Operação Assíncrono II após identificar uma rede criminosa ligada a furtos contra a Caixa Econômica Federal, falsificação de documentos e exploração sexual de crianças e adolescentes em Alagoas.
Em Maceió, uma pessoa foi presa em flagrante por armazenamento de pornografia infantil. Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.
Segundo a PF, a investigação começou em março deste ano, durante a primeira fase da operação, que apurava furtos e receptação de equipamentos da Caixa Econômica Federal.
Com o avanço das investigações, a polícia identificou novos crimes, incluindo adulteração de documentos e armazenamento e compartilhamento de imagens e vídeos de violência sexual infantil.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação Assíncrono II, após identificar uma rede criminosa ligada a furtos contra a Caixa Econômica Federal, falsificação de documentos e exploração sexual de crianças e adolescentes em Alagoas. Em Maceió, uma pessoa foi presa em flagrante por armazenamento de pornografia infantil.
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Além do mandado de prisão preventiva, também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na capital alagoana.
A operação é um desdobramento da primeira fase da investigação, realizada em março deste ano, que inicialmente apurava furtos e receptação de equipamentos da Caixa. Com o avanço das investigações, a Polícia Federal identificou uma rede criminosa mais ampla.
Segundo a PF, o grupo também estaria envolvido em:
Somadas, as penas podem ultrapassar 16 anos de prisão.
Primeira fase da operação
A primeira fase da Operação Assíncrono foi deflagrada no dia 6 de março deste ano. Na época, foram cumpridos seis mandados judiciais em endereços nos bairros Cidade Universitária e Benedito Bentes, em Maceió.
As investigações apontavam que os suspeitos furtavam equipamentos da Caixa Econômica Federal e repassavam os materiais para receptadores.
Um caso ocorreu na agência em São Miguel dos Campos, no interior de Alagoas. Com acesso facilitado para realizar a manutenção do sistema de monitoramento de câmeras, técnicos terceirizados teriam subtraído um notebook funcional.
Durante o cumprimento dos mandados, foram recuperados bens da União, bem como foram apreendidos dispositivos eletrônicos que serão submetidos a perícia e análise técnica, visando a localização de outros bens do patrimônio público e a identificação de outros possíveis envolvidos na rede de receptação.
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