Caso Joba: Justiça confirma audiência e réus vão prestar depoimentos por videoconferência

Publicado em 14/07/2026, às 14h34
Foto: Arquivo TNH1
Foto: Arquivo TNH1

Por Theo Chaves

A Justiça de Alagoas agendou para 19 de agosto a primeira audiência sobre o assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, coordenador das categorias de base do CRB, morto em janeiro durante uma suposta tentativa de assalto, gerando grande comoção na sociedade e no meio esportivo.

Os réus, Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque, considerado mandante, e Symeone Batista dos Santos, que intermediou o crime, estão presos e serão ouvidos por videoconferência, junto com peritos e testemunhas durante a audiência de instrução.

O caso, que chocou a comunidade local, destaca a violência crescente e a necessidade de respostas rápidas da Justiça, com a produção de provas sendo um passo crucial para a elucidação do crime.

Resumo gerado por IA

A Justiça de Alagoas confirmou para o dia 19 de agosto a primeira audiência do assassinato do coordenador das categorias de base do Clube de Regatas Brasil (CRB), Johanisson Carlos Lima Costa, de 33 anos, também conhecido como "Joba". Ele foi morto a tiros em janeiro deste ano, no bairro Santa Lúcia, parte alta de Maceió.

Nesta fase do processo, a Justiça realizará a produção de provas. Os réus Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque, apontado como mandante do crime, e Symeone Batista dos Santos, acusado de ter intermediado o assassinato, serão ouvidos por videoconferência. Os dois estão presos preventivamente.

Também deverão ser ouvidos durante a audiência de instrução os peritos responsáveis pelos laudos do caso, além de oito testemunhas de acusação e seis testemunhas de defesa.


ENTENDA O CASO

O assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como “Joba”, de 33 anos, coordenador das categorias de base do CRB, causou grande comoção em Alagoas e no meio esportivo. Reconhecido pela boa índole, dedicação e compromisso com o trabalho, ele foi executado nas primeiras horas da manhã da última sexta-feira, dia 23.

Joba seguia para um ponto de ônibus, de onde embarcaria em uma van com destino ao CT Ninho do Galo, onde cumpriria mais um dia de trabalho, quando foi surpreendido com um tiro na cabeça.

Symeone Batista do Santos, um dos réus, que apareceu em câmeras de segurança ajudando na fuga do atirador, trouxe detalhes de como a morte foi arquitetada.

Em depoimento, Symeone, que teve um papel de "intermediador no crime", disse que o assassinato foi planejado por Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque, que seria o suposto mandante, em dezembro de 2025.

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