'Serial Killer de Maceió' é condenado por morte de criador de conteúdo e pena total passa de 200 anos

Publicado em 15/05/2026, às 14h29
Foto: Reprodução/MP-AL
Foto: Reprodução/MP-AL

por Theo Chaves

Publicado em 15/05/2026, às 14h29

Albino Santos de Lima, conhecido como o serial killer de Maceió, foi condenado a 29 anos e um dia de prisão pelo assassinato de Jose Ildo Siqueira Silva Filho, ocorrido em janeiro de 2024, elevando sua pena total para mais de 200 anos após oito julgamentos.

O crime foi motivado pelo interesse de Albino na namorada da vítima, que apresentava características físicas semelhantes às de outras jovens que ele havia atacado anteriormente.

As investigações revelaram que Pikeno, um criador de conteúdo, foi assassinado enquanto estava com um amigo, e a condenação de Albino destaca a gravidade dos crimes cometidos e a resposta do sistema judiciário.

Resumo gerado por IA

Albino Santos de Lima, de 44 anos, apontado como o serial killer de Maceió, foi condenado a 29 anos e um dia de prisão pelo assassinato de Jose Ildo Siqueira Silva Filho, o “Pikeno”, de 24 anos. O crime ocorreu em 8 de janeiro de 2024. Este foi o oitavo julgamento do réu, cujas penas já somam mais de 200 anos de reclusão.

De acordo a denúncia do Ministério Público (MP), o crime teria sido motivado pelo interesse do serial killer na namorada da vítima, que tinha as mesmas características físicas das outras jovens que ele demonstrava interesse.

As investigações apontam que Pikeno, que era criador de conteúdo, estava acompanhado de um amigo no momento em que foi assassinado por Albino.

José Ildo tinha 24 ano. Foto: Cortesia ao TNH1

Quem era Pikeno?

Pikeno trabalhava descarregando caminhões com legumes e verduras e transportando pelo mercado. Mas o que gostava mesmo de fazer era gravar vídeos de humor e dançando para as redes sociais. 

Em entrevista ao TNH1, familiares relataram que a maior inspiração de Jose Ildo era Alex NSC, um rapper, compositor e ativista social brasileiro, natural de São Miguel dos Campos, no interior Alagoas. Ele é amplamente reconhecido na cena do rap nacional, integrando o grupo NSC (Neurônios SubConsciente) e colaborando com nomes consagrados do hip-hop, como a Facção Central.

Réu apresentou três versões diferentes

De acordo com o promotor Thiago Riff esta já é a terceira versão apresentada por Albino sobre o assassinato de Pikeno. Inicialmente, durante o inquérito policial, ele negou participação no crime.

Em outro depoimento, no entanto, afirmou que quem teria cometido o homicídio foi o “Arcanjo Miguel”, mesma justificativa usada para explicar as capturas de tela feitas no perfil da companheira da vítima.

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